...estética de algum Oriente... (A tendência.) ...fantasia-neblina de mental alcance...
Será que me ultrapassei?
O peão observa cabisbaixo o harém infinito que o rodeia, cavaleiros indómitos na planície irregular até à praceta próxima distante. Um por todos (e todos por um), bradam - berram, e ao meu ouvido... Por onde, para onde reverter o passo, instância-Humanidade? O que feres é o que és?
Surely not... You're just so lost in probability... Perdida em dialecto, esqueces a linguagem, bebé agarrado à metáfora palpável, cúmulo antecipado da ilógica que axiomatizaram primeiro. Adequas-te pois à oferta, procurando. Defines senso sem reflectir...
Contra-senso! Insurreição libertina! Vos invoco, conceitos reveladores. Providenciais vozes sussurrando, cada vez mais alto, conexas pontes para margens, hemisférios de humildade e de dilúvio... Rasgo folhas com a voracidade de um mamífero virtual.
Assim me ordeno, ilustre propagação-entrusamento, esboço de cataclismo de nada.
artigos de excursões sem fim nem princípio, no algo enevoado horizonte do Não, o desprezo do típico como inegável paixão..
Mais distensões de mim:
Outros que tais:
um Abade às Fatias
, the bittersweet cherry flavour
, sobreposições no cenário-Hugo
not your average Lady , Scriptum Tremens , um ser buscando ser , Roman Veli
not your average Lady , Scriptum Tremens , um ser buscando ser , Roman Veli
segunda-feira, junho 25, 2007
sábado, junho 02, 2007
Devaneei.
Por entre as pequenas memórias, de capacidades esmorecidas, fiz da vizinhança etérea um recosto ensonado.
Os meus suspiros deitam-se na cama de se apagarem as luzes, e espera-se por um desconhecimento misericordioso.
É o remorso do inexpresso, obscurecido; a distância intransponível de um passo que sofre a metáfora que é o amputamento, repetidas vezes, na estilística da antemanhã que veio tingir de breu o céu solarengo.
E é enfim o cansaço.
O cansaço de convergir mal por protocolos, de fender à mundana superfície, de soar sem autoria. Perante o que é alma e beleza, mais tarde ou mais cedo, o recluso se esbarra contra as grades que precedem o tangencial, as meta-barreiras geradas pela imagem de si mesmo, a recursividade do impacto de as deixar transparecer.
Doem fracções desprezíveis neste cansaço, ele sim grande.
E em particular, dóis-me, exponencial do que afunilo face à tua presença, da minha massa toda, em quantidade, olhar após olhar, dia após dia, complexidade após complexidade. Dóis-me na altura certa, em que, perfeitamente ciente, faço o errado porém, e deixo afastar-se a rédea, contemplando abstractamente o meu momento irresolúvel. Dóis-me e dóis-me estúpidamente toda a minha estupidez espelhada em dôr.
E doer-me-ás novamente, assim o sei, meu Amor... Nenúfar púrpura espalmado em mim.
Palavras ilegítimas, bem o sei, explorador que de tanto interior se adensar pelo trilho, ainda por palmilhar, se refere agora idílico a uma verde clareira que nem sabe se o espera para lá do arvoredo.
Resignado, o corpo mental cansa-se cabisbaixo no ginásio das derrotas, e retira-se para mais uma noite de tréguas.
Por entre as pequenas memórias, de capacidades esmorecidas, fiz da vizinhança etérea um recosto ensonado.
Os meus suspiros deitam-se na cama de se apagarem as luzes, e espera-se por um desconhecimento misericordioso.
É o remorso do inexpresso, obscurecido; a distância intransponível de um passo que sofre a metáfora que é o amputamento, repetidas vezes, na estilística da antemanhã que veio tingir de breu o céu solarengo.
E é enfim o cansaço.
O cansaço de convergir mal por protocolos, de fender à mundana superfície, de soar sem autoria. Perante o que é alma e beleza, mais tarde ou mais cedo, o recluso se esbarra contra as grades que precedem o tangencial, as meta-barreiras geradas pela imagem de si mesmo, a recursividade do impacto de as deixar transparecer.
Doem fracções desprezíveis neste cansaço, ele sim grande.
E em particular, dóis-me, exponencial do que afunilo face à tua presença, da minha massa toda, em quantidade, olhar após olhar, dia após dia, complexidade após complexidade. Dóis-me na altura certa, em que, perfeitamente ciente, faço o errado porém, e deixo afastar-se a rédea, contemplando abstractamente o meu momento irresolúvel. Dóis-me e dóis-me estúpidamente toda a minha estupidez espelhada em dôr.
E doer-me-ás novamente, assim o sei, meu Amor... Nenúfar púrpura espalmado em mim.
Palavras ilegítimas, bem o sei, explorador que de tanto interior se adensar pelo trilho, ainda por palmilhar, se refere agora idílico a uma verde clareira que nem sabe se o espera para lá do arvoredo.
Resignado, o corpo mental cansa-se cabisbaixo no ginásio das derrotas, e retira-se para mais uma noite de tréguas.
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